Após o Brasil ter vivido três anos em forte recessão econômica, uma retomada fraca já devolve o otimismo de muitos especialistas em economia, que apontam o fim oficial da crise já no início de 2018. Uma das medidas que possibilitou o governo a conseguir bons retrospectos nesta retomada, foram os constantes cortes realizados na taxa básica de juros – Selic – pelo Bacen – Banco Central, que reduziu a Selic à marca histórica de 7% ao ano em dezembro de 2017. Esse é o valor mais baixo da Selic desde 1986.

A taxa Selic é importantíssima para a vida dos cidadão comuns e todos os brasileiros, pois quanto mais reduzida estiver está taxa, mais possibilidades de créditos e negócios para todos os cidadãos e para o país acabam acontecendo. Com o juros baixo, as famílias poderão adquirir empréstimos e financiamentos com juros reduzidos. As empresas também acabam sendo beneficiadas com linhas de créditos mais acessíveis e juros mais baixos, possibilitando mais investimentos e a geração de mais postos de trabalho.

Essa queda nos juros que vem ocorrendo desde 2016, e que possibilitou os juros da Selic atingir sua marca histórica de 7% ao ano, só foi possível com a combinação de outras situações que possibilitaram essa redução nos juros ao longo dos meses. Dentre as medidas acatadas pelo Governo do Brasil para que houvesse um cenário propício para uma redução de juros no país, a implantação do teto de gastos, a reforma trabalhista e a da Previdência, entre outras ações importantes, possibilitaram esses cortes. Mesmo que a reforma da Previdência ainda esteja em votação, isso já possibilitou avanços com boas expectativas para a economia brasileira.

A Selic é uma referência em operações realizadas de banco para banco, influenciando as variáveis da economia brasileira com bastante impacto. Ela acaba determinando o acesso ao crédito dos brasileiros, sendo que se ela estiver alta, esse acesso é reduzido, o consumo das famílias tende a cair, afetando a economia. O contrário disso, o que podemos observar hoje, uma taxa de juros pequena e controlada, permite que mais empresas acabem investindo, mais vagas de emprego são geradas, e o consumo das famílias permanece em acessão.